quinta-feira, 15 de abril de 2010

Sei lá.

Às vezes queria não sentir as coisas que sinto. Ser menos do jeito que sou. Mas se não fosse como sou, seria como, seria quem? Acho que não posso fugir de mim.
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Não tenho nada a dizer há alguns dias. Nem sei se estou dizendo algo agora. Mas eu li as coisas que ele escreveu. E pensei nas coisas que ele me escreveu. E nas coisas que eu escrevi e que escrevi pra ele. Não é que tenha sentido saudade. Mas o vazio se acentua mais nessas horas. E não é que eu queira tudo aquilo de novo. Não quero. Mas acho que a gente sempre guarda um lugarzinho praquilo que foi bom. E quando lembra, fica pensando porque acabou. A gente sabe porquê e não se arrepende. Mas fica no ar aquele "e se...?". Fica no ar, mas é só passar um vento que voa longe e a gente logo esquece e volta pra realidade, pro agora, deixa o passado onde deve ficar. E fica feliz de novo.
Então... estou esperando o vento passar.

2 comentários:

marcia disse...

Oi Luiza. Não sei como cabe tanta coisa em alguém tão jovem! Adoro seus escritos, seu pai tem razão em ter orgulho de você. bjo Márcia

Liz disse...

Que lindo lu!!!
E é verdade, pura verdade ;*